Depois de duas tentativas de se realizar as eleições para o Centro Acadêmico de Ciências Sociais Caio Amado( Cacam), sendo que em uma delas não houver sequer chapa inscrita, uma nova gestão assume o Centro Acadêmico por um período de um ano.
As eleições foram realizadas nos dias 29 e 30 de outubro. Apenas 62, dos 290 estudantes matriculados no curso ( bacharelado e licenciatura) votaram, ultrapassando assim o quorum mínimo de 44 votos.
Estava inscrita apenas uma chapa, que se chamava " Contrafogos: Desafinando o coro dos contentes" que obteve 57 votos.
A chapa tomou posse na assembleia realizada no dia 30/11.
Compõe a nova gestão do Cacam : Alessandra Santos ( 6º período), Lumara Cristina ( 6º período) , Karoline Ferreira ( 1º período), Vivi Sobral ( 1º período), Morena de Freitas (1º período) , Ana Paula ( 1º período) , Jefferson Santos ( 4º período) , Emily Couto ( 1º período), Rafa Aragão ( 6º período) e Luige Costa ( 8º período).
A gestão se chama "Contrafogos" , inspirada no livro homônimo de Pierre Bourdieu.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Enecs 2008 - Deliberações Sociologia no Ensino Médio
Postaremos aqui algumas das deliberações do Enecs 2008 realizado na Bahia .Para começar sociologia no ensino médio.
Sociologia no Ensino Médio: Incentivo e investimento nas Licenciaturas. Formulação de uma matriz curricular específica para o ensino daSociologia no Ensino Médio, que contemple as especificidadesregionais. Quando da formulação da matriz curricular específica, que se leve emconta a discussão dos seguintes temas: Relações de poder, incluindo asclasses sociais, gênero, raça, LGBTTS e outras minorias. Formulação de mecanismo legislativos que garanta a exclusividade aoprofissional licenciado em Ciências Sociais a prerrogativa de lecionarno Ensino Médio a disciplina de Sociologia. Contratação imediata de profissionais licenciados em CiênciasSociais para ministrar a disciplina de Sociologia no Ensino Médio. Contra a habilitação a lecionar a disciplina de Sociologia no EnsinoMédio aos outros profissionais não licenciados em Ciências Sociais(Lic. Antropologia, Ciência Política e Sociologia). Que osprofissionais que hoje estão nesta função não sejam expulsos, mastransferido para suas funções de origem, compatíveis com sua formação. Contra os cursos que concedem habilitação a outros profissionais nãoformados na área, hoje ministrados pelas Universidades, em parceriascom Governos. Responsabilizar o Estado, Secretarias de Educação sobre aimplementação concreta da Sociologia no Ensino Médio nas escolas, alémdo controle na regulamentação, tirando os profissionais da área doônus do mau funcionamento estrutural da regulamentação da profissão. Fortalecimento dos Sindicatos de professores para questionar oprofissional licenciado Cientista Social contextualizado com osataques e lutas mais globais, fruto dos ataques à educação. Os estudantes de Ciências Sociais se inserirão nos Sindicatos deSociólogos para fortalecimento das lutas. Incentivo à formação de escolas populares do trabalhador para otrabalhador, com entrada dos movimentos sociais e sindicatos. Articulação com movimentos estudantis secundaristas para ofortalecimento da luta da Sociologia no Ensino Médio. Estimular a discussão nas escolas sobre a implementação daSociologia no Ensino Fundamental. Que cada escola ou Estado viabilize Encontros para se discutir aSociologia no Ensino Médio (conteúdos, regulamentação delicenciaturas e elaboração de materiais de formação). Que estes Encontros tenham continuidade em Encontros e PlenáriasEstaduais com o tema Central da Reforma Universitária e do Reuni. Que, a partir do início das aulas, em Agosto, sejam realizadasSemanas do Calouro/ Calouradas que trate das especificidades dasCiências Sociais, como a Sociologia no Ensino Médio e Licenciaturas,vinculadas à luta contra o Reuni e a Reforma Universitária. Encaminhar para que no próximo ENECS haja mesa com expositoresqualificados sobre o tema.
Sociologia no Ensino Médio: Incentivo e investimento nas Licenciaturas. Formulação de uma matriz curricular específica para o ensino daSociologia no Ensino Médio, que contemple as especificidadesregionais. Quando da formulação da matriz curricular específica, que se leve emconta a discussão dos seguintes temas: Relações de poder, incluindo asclasses sociais, gênero, raça, LGBTTS e outras minorias. Formulação de mecanismo legislativos que garanta a exclusividade aoprofissional licenciado em Ciências Sociais a prerrogativa de lecionarno Ensino Médio a disciplina de Sociologia. Contratação imediata de profissionais licenciados em CiênciasSociais para ministrar a disciplina de Sociologia no Ensino Médio. Contra a habilitação a lecionar a disciplina de Sociologia no EnsinoMédio aos outros profissionais não licenciados em Ciências Sociais(Lic. Antropologia, Ciência Política e Sociologia). Que osprofissionais que hoje estão nesta função não sejam expulsos, mastransferido para suas funções de origem, compatíveis com sua formação. Contra os cursos que concedem habilitação a outros profissionais nãoformados na área, hoje ministrados pelas Universidades, em parceriascom Governos. Responsabilizar o Estado, Secretarias de Educação sobre aimplementação concreta da Sociologia no Ensino Médio nas escolas, alémdo controle na regulamentação, tirando os profissionais da área doônus do mau funcionamento estrutural da regulamentação da profissão. Fortalecimento dos Sindicatos de professores para questionar oprofissional licenciado Cientista Social contextualizado com osataques e lutas mais globais, fruto dos ataques à educação. Os estudantes de Ciências Sociais se inserirão nos Sindicatos deSociólogos para fortalecimento das lutas. Incentivo à formação de escolas populares do trabalhador para otrabalhador, com entrada dos movimentos sociais e sindicatos. Articulação com movimentos estudantis secundaristas para ofortalecimento da luta da Sociologia no Ensino Médio. Estimular a discussão nas escolas sobre a implementação daSociologia no Ensino Fundamental. Que cada escola ou Estado viabilize Encontros para se discutir aSociologia no Ensino Médio (conteúdos, regulamentação delicenciaturas e elaboração de materiais de formação). Que estes Encontros tenham continuidade em Encontros e PlenáriasEstaduais com o tema Central da Reforma Universitária e do Reuni. Que, a partir do início das aulas, em Agosto, sejam realizadasSemanas do Calouro/ Calouradas que trate das especificidades dasCiências Sociais, como a Sociologia no Ensino Médio e Licenciaturas,vinculadas à luta contra o Reuni e a Reforma Universitária. Encaminhar para que no próximo ENECS haja mesa com expositoresqualificados sobre o tema.
sábado, 10 de maio de 2008
Enecs 2008 Bahia
Ai pessoal, apesar das dificuldades estamos atualizando o blog com as noticia que ja estão abertas as incrições para trabalho e pré-incrição pro encontro. E lembrando tambem que nessa terça feira teremos reunião para discutirmos o Enecs, Forro do Corredor e Eleições.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Recepção dos Calouros
Infelizmente a recepção dos calouros no dia da matricula não aconteceu como esperavamos, mas estaremos nos organizando para fazer uma boa recepção na primeira semana de aula. Não se preocupem, não estaremos realizando nenhum trote violento com os calouros, pelo contrario a idéia é integrar, dar as boas vindas da melhor maneira possível. E vai ter forró do corredor e camisas do cacam. Aguardem
Eleições em Breve
Em breve estaremos realizando as eleições do Centro Academico de Ciências Socias Caio Amado, assim que tivermos todas as datas confirmadas, será tudo postado aqui, incluindo o resultado e a chapa vencedora.
sábado, 24 de novembro de 2007
NOTA DE ESCLARECIMENTO
NOTA DE ESCLARECIMENTO
24 de novembro de 2007.
Recentemente, o Centro Acadêmico de Ciências Sociais Caio Amado (Cacam), tem sido alvo de acusações irreais e sem fundamentos. De acordo com esses ataques, a diretoria do Cacam estaria levando à frente uma relação financeira inescrupulosa com a atual gestão do Diretório Central dos Estudantes (DCE), por conta de “empréstimos” que estão sendo discriminados na prestação de contas deste último.
Sabemos que os autores desses ataques têm o intuito primordial de enfraquecer a atual gestão do DCE, visto que muitas pessoas aproveitam a chegada das eleições para desvirtuar os fatos, com o objetivo de confundir a opinião pública. No entanto, como o Cacam tem sido citado como partícipe de um possível “apadrinhamento”, sentimo-nos na obrigação de lançar essa nota, e esclarecer alguns pontos que estão em aberto.
O Conselho de Entidades de Base (CEB), é um encontro formal entre o DCE e os Centros/Diretórios Acadêmicos (CA´s e DA´s) da universidade, com o Conselho de Residentes (CR) e com a Associação Atlética Universitária (AAU). Pois bem, no último CEB, ocorrido em 07 de novembro do corrente, a atual diretoria do DCE apresentou o balanço financeiro de sua gestão. No documento, constam algumas “doações”, ou seja, ajudas de custo solicitadas pelo Cacam, para a realização de algumas atividades. Por conta disso, a nossa entidade estudantil vem sendo acusada de ser “favorecida”, “privilegiada”, e até mesmo recebendo a alcunha vulgar de “mensaleira”.
Em novembro de 2006, o Cacam realizou o Conselho Regional de Entidades de Ciências Sociais (CORECS), no qual recebemos estudantes de vários estados (PB, RN, CE, AL, MA), para encaminhar atividades de união regional. Em abril desse ano, levamos uma delegação de Ciências Sociais para o XIII Encontro Regional Norte-Nordeste de Estudantes (ERECS), em Fortaleza, no Ceará. Em junho, organizamos o Forró do Corredor duas vezes, tradicional festa de recepção os calouros, que tem o caráter, também, de integração com outros cursos.
Todas essas atividades demandam dinheiro e, após a retirada da máquina de xerox que alugava o espaço físico do Cacam, passamos a nos auto financiar, com rifas, festas, bazares e pedindo auxílio a outras entidades. Além do DCE, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis – PROEST -, entidade administrativa da universidade, também nos ajudou quando a procuramos, nos doando alimentos e material de limpeza para realização do CORECS.
Qualquer estudante matriculado na UFS, ou qualquer entidade estudantil pode solicitar ajuda de custo a qualquer outra entidade de maior porte na UFS, ou até mesmo fora dela. Isso é uma questão de autonomia, quando o processo é feito com transparência. E assim fez o Cacam, quando pensou em solicitar ajuda financeira ao DCE. Embora tenhamos convergências políticas com a condução do DCE, nunca nos aproveitamos dessa relação para fins desonestos. Por sua vez, embora apresentemos divergências quanto à atual política de administração da universidade, fomos auxiliados pela mesma, e isso só demonstra que o auxílio mútuo entre entidades da UFS é algo normal e sadio, e que nada tem a ver com favorecimento ou corrupção.
Gostaríamos de deixar claro, também, que nos comprometemos a reembolsar para o DCE a quantia que foi emprestada para pagar uma parte do ônibus do ERECS, por acharmos que seria o mais justo a se fazer. E assim o fizemos. Todas as pessoas que foram ao Ceará, participar do evento, devem se lembrar das dificuldades que passamos para conseguirmos viajar.
Ataques sorrateiros como esses que estão acontecendo nos deixam entristecidos, por colocarem em xeque a honestidade política de nossa condução quanto ao Cacam. Ficamos ainda mais estarrecidos quando vemos que nossos próprios colegas de curso ajudam a desvirtuar os fatos, mesmo sabendo que estão espalhando mentiras. Os colegas agiriam com mais maturidade e honestidade se nos procurassem, em busca de esclarecimentos, ou até mesmo para construir a nossa própria entidade de organização.
Mas, como já foi registrado, lamentamos que atitudes como essa se tornem estratégias sujas de campanha eleitoral, quando o que deve nos impulsionar, no dia-a-dia do movimento estudantil, é a construção coletiva de nossas causas. Que tenhamos sido capazes de esclarecer esses boatos, deixando claro que sempre estaremos abertos às críticas e sugestões.
Atenciosamente,
Centro Acadêmico de Ciências Sociais Caio Amado (CACAM)
Gestão “Resistência Crítica e Militante”
2006-2007
24 de novembro de 2007.
Recentemente, o Centro Acadêmico de Ciências Sociais Caio Amado (Cacam), tem sido alvo de acusações irreais e sem fundamentos. De acordo com esses ataques, a diretoria do Cacam estaria levando à frente uma relação financeira inescrupulosa com a atual gestão do Diretório Central dos Estudantes (DCE), por conta de “empréstimos” que estão sendo discriminados na prestação de contas deste último.
Sabemos que os autores desses ataques têm o intuito primordial de enfraquecer a atual gestão do DCE, visto que muitas pessoas aproveitam a chegada das eleições para desvirtuar os fatos, com o objetivo de confundir a opinião pública. No entanto, como o Cacam tem sido citado como partícipe de um possível “apadrinhamento”, sentimo-nos na obrigação de lançar essa nota, e esclarecer alguns pontos que estão em aberto.
O Conselho de Entidades de Base (CEB), é um encontro formal entre o DCE e os Centros/Diretórios Acadêmicos (CA´s e DA´s) da universidade, com o Conselho de Residentes (CR) e com a Associação Atlética Universitária (AAU). Pois bem, no último CEB, ocorrido em 07 de novembro do corrente, a atual diretoria do DCE apresentou o balanço financeiro de sua gestão. No documento, constam algumas “doações”, ou seja, ajudas de custo solicitadas pelo Cacam, para a realização de algumas atividades. Por conta disso, a nossa entidade estudantil vem sendo acusada de ser “favorecida”, “privilegiada”, e até mesmo recebendo a alcunha vulgar de “mensaleira”.
Em novembro de 2006, o Cacam realizou o Conselho Regional de Entidades de Ciências Sociais (CORECS), no qual recebemos estudantes de vários estados (PB, RN, CE, AL, MA), para encaminhar atividades de união regional. Em abril desse ano, levamos uma delegação de Ciências Sociais para o XIII Encontro Regional Norte-Nordeste de Estudantes (ERECS), em Fortaleza, no Ceará. Em junho, organizamos o Forró do Corredor duas vezes, tradicional festa de recepção os calouros, que tem o caráter, também, de integração com outros cursos.
Todas essas atividades demandam dinheiro e, após a retirada da máquina de xerox que alugava o espaço físico do Cacam, passamos a nos auto financiar, com rifas, festas, bazares e pedindo auxílio a outras entidades. Além do DCE, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis – PROEST -, entidade administrativa da universidade, também nos ajudou quando a procuramos, nos doando alimentos e material de limpeza para realização do CORECS.
Qualquer estudante matriculado na UFS, ou qualquer entidade estudantil pode solicitar ajuda de custo a qualquer outra entidade de maior porte na UFS, ou até mesmo fora dela. Isso é uma questão de autonomia, quando o processo é feito com transparência. E assim fez o Cacam, quando pensou em solicitar ajuda financeira ao DCE. Embora tenhamos convergências políticas com a condução do DCE, nunca nos aproveitamos dessa relação para fins desonestos. Por sua vez, embora apresentemos divergências quanto à atual política de administração da universidade, fomos auxiliados pela mesma, e isso só demonstra que o auxílio mútuo entre entidades da UFS é algo normal e sadio, e que nada tem a ver com favorecimento ou corrupção.
Gostaríamos de deixar claro, também, que nos comprometemos a reembolsar para o DCE a quantia que foi emprestada para pagar uma parte do ônibus do ERECS, por acharmos que seria o mais justo a se fazer. E assim o fizemos. Todas as pessoas que foram ao Ceará, participar do evento, devem se lembrar das dificuldades que passamos para conseguirmos viajar.
Ataques sorrateiros como esses que estão acontecendo nos deixam entristecidos, por colocarem em xeque a honestidade política de nossa condução quanto ao Cacam. Ficamos ainda mais estarrecidos quando vemos que nossos próprios colegas de curso ajudam a desvirtuar os fatos, mesmo sabendo que estão espalhando mentiras. Os colegas agiriam com mais maturidade e honestidade se nos procurassem, em busca de esclarecimentos, ou até mesmo para construir a nossa própria entidade de organização.
Mas, como já foi registrado, lamentamos que atitudes como essa se tornem estratégias sujas de campanha eleitoral, quando o que deve nos impulsionar, no dia-a-dia do movimento estudantil, é a construção coletiva de nossas causas. Que tenhamos sido capazes de esclarecer esses boatos, deixando claro que sempre estaremos abertos às críticas e sugestões.
Atenciosamente,
Centro Acadêmico de Ciências Sociais Caio Amado (CACAM)
Gestão “Resistência Crítica e Militante”
2006-2007
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Vamos Barrar o Reuni
Calendário de Luta contra o REUNI na UFS
SEG - 22/10: Oficina de cartazes e materiais para o ato do dia
25/10 - 13h na Pracinha da Did 1
QUA - 24/10: Debate sobre "REUNI e Reforma universitária: O que isso tem a ver?" - 9h na Pracinha da Did 1
QUI - 25/10: Barrar o REUNI no CONEPE e exigir mais trasparência, democracia e discussão com a comunidade acadêmica. - Concentração às 13h na Pracinha da Did 1 (cuidado com o tempo sob pena de atraso e o REUNI já ter sido aprovado...)----------------------------------------------------------------------------
* Esse calendário, assim como o manifesto, foi tirado coletivamente com os estudantes, centros acadêmicos e DCE.*Pedimos que divulguem ao máximo, compreendendo a importância de barrar esse projeto na atual conjuntura da universidade pública, em especial a nossa UFS.
SEG - 22/10: Oficina de cartazes e materiais para o ato do dia
25/10 - 13h na Pracinha da Did 1
QUA - 24/10: Debate sobre "REUNI e Reforma universitária: O que isso tem a ver?" - 9h na Pracinha da Did 1
QUI - 25/10: Barrar o REUNI no CONEPE e exigir mais trasparência, democracia e discussão com a comunidade acadêmica. - Concentração às 13h na Pracinha da Did 1 (cuidado com o tempo sob pena de atraso e o REUNI já ter sido aprovado...)----------------------------------------------------------------------------
* Esse calendário, assim como o manifesto, foi tirado coletivamente com os estudantes, centros acadêmicos e DCE.*Pedimos que divulguem ao máximo, compreendendo a importância de barrar esse projeto na atual conjuntura da universidade pública, em especial a nossa UFS.
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